70 anos no Brasil

Inovação com propósito

Desde 1955, o Grupo Atlas Copco transforma ideias em soluções que impulsionam a indústria com responsabilidade. A inovação está presente no nosso dia a dia — guiada por propósito, sustentabilidade e impacto positivo. Celebrar 70 anos no Brasil é reafirmar nosso compromisso com um futuro mais eficiente e consciente.
Fundo de tela com as cores da bandeira do brasil em padronagem específica

Inovação com propósito há 70 anos no Brasil

Desde 1955, o Grupo Atlas Copco transforma ideias em soluções que impulsionam a indústria com responsabilidade. A inovação está presente no nosso dia a dia — guiada por propósito, sustentabilidade e impacto positivo. Celebrar 70 anos no Brasil é reafirmar nosso compromisso com um futuro mais eficiente e consciente.

Logotipo 70 anos com a frase "Presente no Brasil, moldando o amanhã"

Conexões que transformam

Uma empresa não é formada apenas por seus negócios, mas também pelas conexões que faz pelo caminho e como lida com a sociedade a sua volta. Por isso, no Grupo Atlas Copco, valorizamos as diversas formas de conexão, seja com colaboradores, estudantes ou outras instituições. 

Companheirismo tem nome: GRACO

A convivência dentro de uma empresa sempre teve um certo quê de coreografia silenciosa: cada um em seu ritmo, cada um em sua função, e um fio invisível que mantém tudo em movimento.

O GRACO, o Grêmio Recreativo do Grupo Atlas Copco, nasceu justamente para tornar esse fio visível e vivo, transformando rotina em encontro e colegas em companheiros de caminhada.

O GRACO surgiu com a vocação de costurar laços. Laços de gente que trabalha junto, mas que descobre novas versões de si mesma quando troca o crachá por uma quadra, um passeio, uma fila de cinema, uma mesa de bingo.

Ele se tornou o espaço onde a empresa respira para além das entregas, criando um território comum onde colaboradores e suas famílias se reconhecem, se divertem, se aproximam.

Ao longo do ano, o grêmio movimenta a energia coletiva com atividades que vão da seriedade estratégica, como palestras sobre saúde e bem-estar, àquelas pequenas celebrações que aquecem o cotidiano: sorteios, brindes, vendas especiais, passeios, as disputas amistosas da Copa e os bolões que viram conversa nos corredores.

ao longo dos últimos anos, foram mais de 150 novos associados que se somaram aos  participantes, um coro crescente de gente encontrando pertencimento enquanto compartilha coisas simples e essenciais: tempo, riso, convívio.

Há também a chama da competição saudável, que reacende o espírito de equipe longe das planilhas.

Jogos do Sesi, torneios de futebol e vôlei, … em cada modalidade, surgem novas alianças, novas histórias, novas cumplicidades.

Para aqueles que preferem atividades mais tranquilas, o GRACO oferece parcerias descontos em serviços, cupons, iniciativas de saúde e palestras que despertam o corpo e o pensamento.

É uma maneira afetuosa de dizer: “cuidar de você também faz parte do nosso propósito”.

E quando chega o momento da Festa do Graco, tudo ganha ares de ritual coletivo.

Famílias inteiras se encontram, crianças correm entre mesas, histórias são trocadas com um brilho nos olhos que pertence mais à celebração do que ao expediente.

 A última festa, a festa reuniu mais de 1000 pessoas em um evento  simbólico, emocional, quase um abraço coletivo.

Essas atividades, apesar de simples na superfície, criam algo precioso: intimidade entre quem trabalha junto.

Uma intimidade que não precisa ser profunda para ser verdadeira.

Um colega de outro setor vira parceiro na pista de dança, o gestor se revela craque no bolão, a equipe da fábrica se mistura com o pessoal do escritório sem distinção de hierarquia.
Famílias se reconhecem, crianças se tornam amigas, e aquela empresa que parecia só um lugar de trabalho ganha contornos de comunidade.

Esse é o poder silencioso do GRACO dentro do Grupo Atlas Copco.

Ele funciona como um pequeno laboratório social onde as relações se fortalecem, onde o pertencimento se renova e onde o trabalho, paradoxalmente, se torna mais humano justamente quando sai de cena.

Em seus encontros, a empresa descobre algo que não cabe em indicadores: que vínculos reais são formados nas bordas do calendário, nos intervalos afetivos, nos momentos compartilhados que fazem o cotidiano valer mais a pena.

A cada atividade, o grêmio reafirma um gesto simples e revolucionário: a empresa vive melhor quando as pessoas vivem juntas.

E isso, no fim das contas, é companheirismo com nome próprio.

É identidade sendo cultivada, é cultura sendo fortalecida e vincada. 

Uma história que se reconhece antes mesmo de ser contada

Há parcerias que não precisam ser anunciadas para existir.
Elas se formam devagar, como quem afina o ouvido para uma melodia que já estava no ar. Assim se deu a relação entre o Grupo Atlas Copco e a Câmara de Comércio Sueco-Brasileira.

Antes de qualquer documento, antes de qualquer evento, antes mesmo de qualquer título de associação, havia algo mais simples e mais profundo: duas culturas que se entendiam no jeito de trabalhar e no modo de olhar o mundo.

Quando a SwedCham completou seus 70 anos, em 2023, o Grupo Atlas Copco já estava entrelaçado a essa trajetória desde quase sempre. Não por coincidência, mas porque ambos nasceram da mesma força motora: a crença de que negócios só fazem sentido quando conectam pessoas, tecnologias e futuros possíveis.

A Câmara surgiu em 1953 da iniciativa de executivos suecos e brasileiros que enxergaram, ainda no pós-guerra, um continente inteiro de oportunidades. O Brasil crescia, industrializava-se, reinventava-se nos grandes centros urbanos. A Suécia despontava como referência em educação, inovação e indústria de ponta. Criar uma ponte entre esses dois mundos foi menos uma decisão e mais uma consequência natural do momento.

A SwedCham organizou comitês, criou espaços de diálogo, aproximou universidades, lançou a revista Nordic Light e formou uma rede capaz de fazer ideias circularem com a leveza de quem não enxerga fronteiras culturais, apenas conexões humanas. Nesse ambiente, o Grupo Atlas Copco sempre encontrou terreno familiar: planejamento cuidadoso, cultura de respeito, foco em soluções que elevam a qualidade da indústria.

Onde as trajetórias se encontram

Foi dentro desse cenário que a parceria com a SwedCham floresceu. Assim como a Câmara foi criada para aproximar universos e criar oportunidades, o Grupo Atlas Copco sempre entendeu que a inovação se sustenta no encontro entre pessoas e culturas.

O Grupo se tornou Gold Member, participa de comitês, circula pelos eventos, colabora com publicações e está presente nos programas de mentoria. A presença de Alessandra Sellmer na Diretoria reforça essa aproximação contínua e ativa. Mais do que representação institucional, é uma forma de estar onde as conversas importantes acontecem, onde ideias se tornam projetos e onde empresas sueco-brasileiras discutem o impacto que desejam gerar.

A parceria trouxe benefícios tangíveis: networking, aprendizagem ativa, ambientes de troca e também intangíveis: o sentimento de fazer parte de uma comunidade que se sustenta pela confiança mútua, pela ética, pela curiosidade e pela vontade de construir negócios que atravessam décadas.

Uma influência que continua, mesmo quando não é percebida

As empresas suecas que chegaram ao Brasil encontraram na Câmara um ponto de apoio para navegar pela complexidade local.

O Grupo Atlas Copco encontrou ali interlocutores, referências e uma rede que ajudou a moldar sua própria trajetória no país.

Da mesma forma, empresas brasileiras que buscaram a Suécia descobriram um ecossistema aberto ao diálogo, ao conhecimento e ao desenvolvimento sustentável.

Hoje, a SwedCham permanece como esse espaço vivo, dinâmico, em que juventudes e lideranças experientes se encontram. Feiras, eventos, mentorias e comitês continuam gerando encontros que, no fundo, não são sobre negócios, são sobre continuidade.

Porque negócios mudam, mas as pessoas, quando conectadas com propósito, criam raízes que atravessam gerações.

E talvez seja por isso que a parceria entre a SwedCham e o Grupo Atlas Copco não pareça apenas trabalhada: parece natural.
Duas histórias que não competem entre si, mas se complementam.
Duas culturas que cresceram juntas.
Duas trajetórias que seguem se encontrando, sempre que Brasil e Suécia decidem, mais uma vez, construir futuro lado a lado.

Em 2017, no coração da Escola Politécnica da USP, jovens engenheiros viviam a alquimia do futuro: transformar conhecimento em velocidade.

A equipe Poli Racing, representante brasileira na competição internacional Fórmula SAE, montava seu carro de corrida artesanalmente, competindo com protótipos de estudantes do mundo todo.
Cada parafuso, cada tubo, cada sopro de ar comprimido escondia uma história maio: a da tecnologia que move o próprio progresso.

Foi nesse contexto que o Grupo Atlas Copco entrou nos bastidores, oferecendo não apenas patrocínio, mas engenharia de ponta.

A empresa doou ao time o sistema de tubulação AirNet, uma tecnologia leve, modular e de altíssima eficiência usada em fábricas e indústrias globais.
Diferente de tubos convencionais de aço ou PVC, o AirNet é feito de alumínio anodizado: resistente à corrosão, leve, fácil de instalar, com perdas de energia mínimas e ar comprimido limpo e seco.

Com o AirNet, a Poli Racing pôde operar ferramentas pneumáticas com precisão, fabricando peças do carro de forma rápida e exata: o mesmo tipo de tecnologia que grandes montadoras usam em suas linhas de produção.

Enquanto o protótipo ganhava forma: rodas menores, centro de gravidade mais baixo e motor calibrado como um instrumento musical, o ar comprimido fluía silenciosamente pelos tubos da Atlas Copco, sustentando a criação.

Hoje, essa história é um lembrete de que inovação nasce do encontro entre sonho estudantil e experiência industrial.

O AirNet não foi apenas um sistema de tubos: foi o ar invisível que soprou dentro de um projeto coletivo, mostrando que tecnologia, quando bem aplicada, não é luxo. É o oxigênio do avanço humano.

Atrair jovens talentos, de maneira constante, é uma forma de incentivá-los a construir uma carreira de sucesso em nossas empresas

O Grupo Atlas Copco tem marcado presença em eventos focados em estudantes de diversas áreas para mostrar soluções, produtos e benefícios, mas principalmente destacar as oportunidades de se trabalhar por aqui.

A ideia é comunicar os valores corporativos para jovens e futuros talentos, além de enfatizar o compromisso da empresa com a tecnologia que transforma o futuro e com as inovações em sustentabilidade.

“A participação em feiras e eventos é uma estratégia fundamental para conectar as novas gerações ao nosso negócio. Isso nos permite entender melhor as necessidades e expectativas dos estudantes, apresentando as diversas opções de carreira disponíveis, destaca Giovanna Caliope, Analista de Comunicação na Holding.

“Colaboradores de diferentes níveis hierárquicos também marcam presença, compartilhando suas experiências, destacando o compromisso da empresa com o desenvolvimento profissional e o bem-estar dos colaboradores”, completa.

Nos últimos anos, o Grupo tem firmado parcerias com a Universidade Facens, Sorocaba, participando da feira de carreiras e do Lince, o laboratório de inovação estudantil do campus. Além de participar de feiras em outras universidades, como USP e Mackenzie. 

Nossas Áreas de Negócio

O Grupo Atlas Copco é organizado em 5 áreas de negócio, que elevam nosso nível de detalhe e atenção a cada um dos segmentos que atendemos. Conheça cada uma delas e os grandes marcos dos 70 anos dessas áreas em nosso país.