A força da construção feminina dentro do Grupo Atlas Copco
A história feminina dentro do Grupo Atlas Copco sempre avançou como quem abre portas que antes resistiam, criando novos caminhos com inteligência, sensibilidade e coragem.
Em meio a fábricas, ferramentas, equipamentos e decisões estratégicas, surgem mulheres que transformam a empresa por dentro, moldando cultura, tecnologia e relações humanas com uma firmeza que não precisa elevar a voz para ser sentida.
Vera Zaitseva: liderança que conecta estratégia e pessoas
Dentro desse tecido, Vera Zaitseva chegou trazendo mundos no olhar.
Trazia a experiência internacional e a capacidade rara de ouvir antes de decidir.
Foi ela quem conectou estratégia e gente, crescendo operações na América Latina sem jamais perder de vista o essencial: todo avanço começa nas pessoas.
Repetia que “o capital mais valioso de uma empresa são as pessoas que pensam, criam e ensinam”, e fez disso uma prática diária.
Formou times fortes, estimulou ambientes de aprendizado permanente e ensinou que liderança verdadeira não se sustenta na autoridade, mas na confiança que se cultiva.
Silvia Sauaia: inovação como organismo vivo
O mesmo pulso criativo se vê em Silvia Sauaia, que reinventou o jeito de pensar produtos e inovação dentro da empresa.
Silvia enxerga tecnologia como organismo vivo, capaz de antecipar futuros.
Trouxe para o Grupo Atlas Copco a inquietação necessária para evoluir portfólios, testar hipóteses, reduzir impactos ambientais e criar soluções que conversam com as demandas que ainda nem chegaram.
Gostava de lembrar que “inovar não é apenas criar, é entender o que o futuro precisa antes que ele aconteça”.
Sob sua liderança, equipes se sentiram autorizadas a errar, aprender, descobrir. E a empresa se tornou um laboratório pulsante de ideias.
Alessandra Sellmer: cultura, comunicação e pertencimento
Em outra frente, mas com a mesma profundidade, Alessandra Sellmer costurou o fio que une cultura, comunicação e tecnologia.
Ela transformou lançamentos técnicos em histórias que respiram humanidade, deu rosto para as equipes, aproximou áreas e construiu pertencimento.
Cada compressor, cada equipamento, ganhava significado quando passava por seu olhar narrativo.
Alessandra sustentava com firmeza que “o futuro se constrói ao formar talentos no presente”, e foi essa visão que guiou seu trabalho ao integrar pessoas, fortalecer o capital intelectual e abrir o Grupo Atlas Copco para novas linguagens no universo B2B.
Novas gerações abrindo caminhos
A força dessas três lideranças dialoga com uma geração mais jovem que cresce dentro da empresa abrindo caminhos próprios.
Ketellen Silva, que começou como estagiária, descobriu no Grupo Atlas Copco um espaço onde poderia aprender com consistência, receber mentorias, enfrentar desafios e expandir horizontes.
A mesma jornada de crescimento marca a história de Samantha Santos, que transitou do pós-venda para a área externa, levando consigo a certeza de que cada desafio é uma chance de ampliar repertórios e assumir novos papéis.
A evolução delas representa algo precioso: quando líderes enxergam potencial e investem, histórias inteiras se transformam.
Priscila Nunes observa esse movimento com a clareza de quem trilhou um caminho robusto em desenvolvimento de negócios. Ela reconhece que ainda há terreno a pavimentar, mas vê ações reais para atrair e valorizar mulheres em áreas técnicas, comerciais e de gestão. E lembra sempre que diversidade não é enfeite: é motor de desempenho. Ambientes plurais criam soluções melhores, mais ousadas e mais humanas.
Laryssa Silva, que hoje atua em vendas de peças, reforça esse sentimento. Em muitas reuniões, é a única mulher presente. Não se intimida. Para ela, essa presença é símbolo de mudança e convite para que outras mulheres se sintam autorizadas a ocupar esses espaços com naturalidade.
E ela faz questão de pontuar: onde há pluralidade de pensamentos, há inovação.
Um ecossistema movido por talento feminino
Tudo isso compõe um mosaico poderoso.
O Grupo Atlas Copco Brasil cresce porque abre oportunidades, incentiva formação contínua, confia no talento feminino e cria ambientes onde mulheres possam prosperar, liderar, pensar e transformar.
Nada aqui é decorativo — é estrutural.
São trajetórias que influenciam portfólios de produtos, estratégias de mercado, comunicação institucional, políticas internas, sustentabilidade, inovação e o futuro da empresa.
A presença feminina dentro do Grupo não é apenas representatividade.
É protagonismo.
É inteligência aplicada.
É sensibilidade como ferramenta estratégica.
É capacidade de formar pessoas, ler contextos, tomar decisões difíceis e fazer tudo isso com uma combinação rara de firmeza e humanidade.
O futuro industrial também é feminino
Quando se olha para Vera, Silvia, Alessandra, Ketellen, Samantha, Priscila e Laryssa, percebe-se uma verdade simples e profunda: o futuro industrial também é feminino.
E ele se constrói todos os dias dentro do Grupo Atlas Copco, no encontro entre tecnologia, diversidade e capital intelectual vivo.
É nesse encontro que a empresa se torna mais que fornecedora de soluções.
Torna-se um ecossistema de talento, aprendizado e impacto, movido pela força de mulheres que constroem, inspiram e transformam.